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Carlos Bezerra

, vulgo carlosbezerra

Nome:
Carlos Bezerra carlosbezerra está offline


Profissão:
Designer Gráfico
Idade:
39
URL:
Twitter:
Base:
IMs:
MSN: carloshfbezerra@hotmail.com
Frase da moda:
Minha atividade é criar.

Carlos Bezerra é usuário do Camiseteria desde 30/06/2007 e já votou em 3 estampas com uma nota média de 5,00.



PV. 11.28
PV. 11.28
arquivado
Enviada em 9/7/2007
Votos: 116 / Coments: 19
Nota final: 1,47
0 1 2 3 4 5


PAZ
PAZ
arquivado
Enviada em 5/7/2007
Votos: 66 / Coments: 3
Nota final: 1,36
0 1 2 3 4 5


He´s alive
He´s alive
votação encerrada
Enviada em 2/7/2007
Votos: 235 / Coments: 25
Nota final: 1,89
0 1 2 3 4 5


Chamacesa
Chamacesa
arquivado
Enviada em 2/7/2007
Votos: 59 / Coments: 4
Nota final: 0,85
0 1 2 3 4 5


EstreladeDavi
EstreladeDavi
arquivado
Enviada em 1/7/2007
Votos: 59 / Coments: 6
Nota final: 0,61
0 1 2 3 4 5


Peixes
Peixes
votação encerrada
Enviada em 30/6/2007
Votos: 234 / Coments: 25
Nota final: 1,51
0 1 2 3 4 5




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em 02/09/2007 as 09:00 h, mazinho18 decretou:

fala mano blz???

como ta seu dia velho??
espero que bem...
vota nas minhas novas estampas e deixa um coments blz???

http://camiseteria.com.br/design.aspx?di...

http://camiseteria.com.br/design.aspx?di...

abraxxx




em 11/07/2007 as 00:20 h, wishrj decretou:

A He´s Alive é fooooda

se nao fizerem me manda o arquivo para que eu faça uma pra mim? Ou faz que eu compro sei la...rs

abraços




em 06/07/2007 as 14:56 h, nemessis decretou:

sem problema =D


Ver todos (12)



postado em 07/07/2007 às 11:30 h


"Ame pessoas, use coisas, nunca faça o contrário."

>> comente (0)


postado em 06/07/2007 às 15:04 h


Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu
serviço.

Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que, ao contrario do pai, não gostava de trabalho nem de
compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles.

Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer,
depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.

Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e
dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: "Para você nunca mais
desprezar as palavras de seu pai".

Mais tarde chamou o filho, o levou ate o celeiro e disse:

" - Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que e meu, e sei qual será o seu futuro.

Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de você.

E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos.

"É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para você, e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela. "O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou
que jamais isso pudesse ocorrer.

O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como
se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.

Desesperado e aflito, começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:

* - Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.
A passos lentos se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:

* - Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou
fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.

Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse:

* - Ah , se eu tivesse uma nova chance...

Então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se
facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; a forca estava cheia de
pedras preciosas, e um bilhete que dizia:

* Essa é a sua nova chance, eu te Amo muito.Seu pai.

* E você , está buscando uma nova chance . Profetize sobre o seu caminho se este se tornou um "vale de ossos secos" (Ez 37:1,9) e clame ao Espírito do Senhor para que venha dos quatro ventos Seu sopro e confie, pois a
benção já é sua e onde havia morte haverá Vida , Vitória e Alegria em Nome de JESUS .

* Essa é a sua nova chance também , pois o Senhor te Ama muito , muito , muito.


>> comente (0)


postado em 06/07/2007 às 07:00 h


O que é o amor?
Numa sala de aula haviam várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:

- Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crianças saíram apressadas e ao voltarem a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:

- Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda criança falou:
- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, porque você nada trouxe?

E a criança timidamente respondeu:
- Desculpe professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.

Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.

Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração e não em nada físico".

Nós , homens e mulheres somos como aquelas crianças temos que levar vantagem em tudo , não importa a dor que ou a quem causamos , sejam nos negócios , no super mercado , com um vizinho , no trânsito ,
buscamos sempre a nota máxima da esperteza e da .... "EU FIZ , EU ACONTECI , EU , EU , EU...." .

Lembre-se que Deus lhe deu o mais puro dos sentimentos e o mais nobre de todos os dons , tire a nota máxima na escola da vida , aos olhos dEle . Jesus um dia falou ... "em verdade vos digo que quem não
receber o reino de Deus como criança , de maneira nenhuma entrará nele" (Mc 10:15)


>> comente (5)


postado em 05/07/2007 às 09:22 h


Autor: Ricardo Gondim
www.ricardogondim.com.br

Infelizmente o mundo continua dividido entre feiticeiros e químicos, cientistas e filósofos, gramáticos e poetas. Digo infelizmente porque não foi sempre assim.

Houve um tempo em que os astrônomos se enamoravam pelo piscar das estrelas, os físicos acreditavam que uma linda bordadeira havia costurado o universo e os biólogos celebravam que o ser humano respirasse, mesmo tendo sido um boneco de barro.

Houve um tempo em que os jumentos falavam, as estéreis geravam filhos (extra)ordinários, os anjos matavam milhares de soldados agressores, os cajados secos floresciam e o sol parava para esperar que os mais frágeis prevalecessem na guerra.

Houve um tempo em que as fadas ajudavam as órfãs, o beijo do príncipe ressuscitava a princesa do sono, os espelhos se rebelavam para responderem com honestidade, e as crianças talhadas em madeira viravam gente.

Houve um tempo em que a metáfora reinava na literatura. A copa das árvores era um cálice verde de onde respingava o orvalho da manhã; a saudade, uma mulher que arrumava o quarto do filho que já tinha morrido; e a alma da lua se escondia na garganta do galo que soluçava seu canto na madrugada.

Houve um tempo em que falar de Deus era como suspirar, usar o olfato ou o paladar.

Naquele tempo encontrávamos o colo materno, perdido desde a adolescência. Deus era um pastor solitário que, sentado numa pedra, espiava suas ovelhas a pastar numa montanha distante; era o amante que abandonava um harém para cortejar sua amada; era o juiz que assumia a briga dos mais frágeis; era o médico que trazia um bálsamo para aliviar a dor da alma; era o amigo que se achegava como irmão; era o rei que anunciava a chegada de uma nova ordem; era o pai que educava seus filhos para uma existência madura e autônoma.

Houve um tempo em que se liam os textos sagrados com reverência. Diante do numinoso, o mortal tremia; diante do sagrado, o pecador temia; diante do infinito, o finito se perdia, diante do eterno, o humano se encolhia.

Lentamente, teólogos e exegetas, cientistas e técnicos, gramáticos e lingüistas, minaram os sonhos e as fantasias dos meninos, esvaziaram a verdade dos poetas, quiseram explicar o mistério, captar a verdade, sistematizar Deus, dissecar o poema e criticar a alegoria. E conseguiram! Eles exilaram os magos que correm atrás das estrelas; sumiram com os profetas alucinados que falam de rodas de fogo no céu; queimaram as mulheres que sentem no corpo o êxtase do divino. No ímpeto de explicar o impossível e mapear os rumos do Espírito, esses assassinos da beleza deixaram o mundo mais pobre, a fé mais segura, a oração menos incerta - e Deus ficou pequeno.

Agora, quando se precisar de milagre, pode-se dispor de hábeis evangelistas que ajudam a abrir as janelas do céu; quando houver dúvidas, pode-se comprar exaustivos manuais sobre Deus; quando a vida parecer ameaçadora, é possível domesticá-la, contratando profetas de aluguel.

Minha alma, porém, anseia pela poesia que me abandone reticente; pela prosa que me ferva o sangue; pela ficção que me comova as entranhas; pelo drama que me arrepie a pele; pelos personagens que saltem dos palcos para encarnar em mim.

Sinto que Deus ainda vive no sonho das crianças; ainda habita onde reside a musa do poeta; ainda se revela no desejo do profeta; ainda se move além do horizonte utópico do guerreiro. Sinto que sua habitação fica no vazio, no nada, e que sua glória se esconde numa nuvem espessa e ofuscante. Sinto que posso perceber sua verdade no desconhecido absoluto e, no inaudível, escutar sua voz. Sinto que Deus é vento imperceptível, verdade diáfana e mistério espantoso.

Portanto, morro para o anseio de fazer análise sintática ou crítica textual dos textos sagrados. Já não invejo os apologetas, só quero que me devolvam o que roubaram de mim: a alma dos poetas, o coração dos meninos e a leveza dos bailarinos.

Soli Deo Gloria.


>> comente (0)


postado em 05/07/2007 às 07:09 h


Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo


>> comente (0)

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